- Ok, agora vou pegar meu casaco!
- E eu vou te acompanhar!
No meio do caminho havia um corredor que dava acesso à chapelaria, e foi nesse corredor que ele resolveu me encostar, literalmente, na parede. Ele me abraçou forte e quando percebi que ele poderia tentar me beijar fiquei muito nervosa.
- Antoni! Não tô pronta pra isso!
- Não tem problema, só quero ficar abraçado com você...
Ficamos abraçados durante um bom tempo, até que resolvi pedir para pegarmos meu casaco e voltarmos para a mesa, o que acabou resultando em zero beijos naquela noite.
Ao entramos no apartamento minha amiga já foi reclamando:
- Vanessa! Como é que você faz isso com o menino? Não deu nenhum selinho nele para agradecer!
Tentei explicar que ele queria um namoro sério e que eu tinha medo de me envolver de novo com alguém que morava longe.
No dia seguinte nos encontramos novamente, havíamos acertado que Alberto faria um jantar na casa da minha amiga. Antoni e eu ficamos o tempo inteiro juntos, mas dessa vez percebi que ele não insistia como antes, talvez por causa da noite anterior ou porque era mais complicado tentar algo ali rodeado por amigos.
Pensei comigo mesma que eu tinha que dar algum sinal para que ele não desistisse. Aproximei minha mão para perto da mão dele, ele percebeu e a segurou por debaixo da mesa, então me senti à vontade para encostar minha cabeça no ombro dele.
Apesar de também não termos nos beijado, ficamos abraçados e a noite tornou-se especial. É engraçado lembrar também que quase todos que estavam no jantar tinham celulares TIM, mas somente eu e Antoni recebemos a mesma mensagem da operadora e ao mesmo tempo. Era uma dessas propagandas de chat que dizia "o amor pode estar ao seu lado".
Continuando, já no outro dia, decidimos sair com nossos amigos para o Burger King. Conversamos sobre diversos assuntos, inclusive sobre as decepções amorosas já sofridas. Lembro-me que ele falava sobre algo triste e acabei dando um beijo em seu rosto para consolá-lo, e desse beijo ele foi virando bem devagar em minha direção, quando percebemos já estávamos nos beijando.
Sim, seguido de suspiros e sorrisos, nós demos o nosso primeiro beijo no andar superior do Burger King. Ok, deixo vocês brigarem comigo por isso. Tive a oportunidade de beijá-lo numa balada ao som de músicas sensacionais, ou em frente ao prédio que estava hospedada numa rua simpática e cheia de árvores lindas, ou num jantarzinho super descontraído com os amigos íntimos e tudo mais, e nosso primeiro beijo foi logo no Burger King.
Não que o Burger King seja um lugar ruim, pelo contrário até gostamos de lá, só que agora teremos que admitir que ele se tornou especial e inesquecível, o que é muito estranho.
Logo após o beijo ele perguntou se eu queria namorar, respondi que não sabia se acreditava mais em relacionamento à distância e que provavelmente ele desistiria de mim com o tempo. Antoni então, tirou do pescoço um cordão de ouro com um crucifixo e colocou nas minhas mãos.
- Quem me deu isso foi a mulher que mais amei na vida, minha avó. Quero que fique com você.
- Não! Tá maluco? Você nem sabe quando vai me ver de novo! Quando vou te devolver isso?
- Não sei, quem sabe quando a gente casar...
Insisti para que ele ficasse com o cordão, afinal de contas eu não tinha aceitado o pedido. Mas ele foi firme na decisão e não aceitou.
O dia do show chegou, que por sinal foi ótimo. Logo após, nos reunimos na casa de um amigo do Antoni, onde todos acabaram dormindo por lá. Estávamos bem, mas ainda incomodava o fato de eu não ter respondido ao pedido de namoro.
Pela manhã, quando acordei, ouvi Antoni ainda dormindo falar baixinho:
- Vanessa, eu te amo...
Fiquei na dúvida se ele realmente havia falado aquilo e sussurrei:
- O que foi que você disse?
- Vanessa, eu te amo...
- O QUÊÊÊ???????????
Ele acordou assustado:
- O que foi?! O que foi?!
- Você não ouviu o que estava dizendo?
- Disse o quê?
- “Vanessa, eu te amo...”
Surpreso, ele disse:
- Ih... Lascou!
As palavras praticamente saltaram da minha boca:
- Não tem problema, porque eu também já te amo...
Com um sorriso de orelha a orelha ele me perguntou:
- Namora comigo?
- Siiim!
Até agora o "universou conspirou" para estarmos com quase 1 ano e meio de namoro e, apesar da distância, nós continuamos e vivemos esse amor nos visitando sempre que possível e nos falando todos os dias, seja por telefone ou pela internet. O cordão também continua comigo para que eu possa devolvê-lo no dia em que nos casarmos!
Sei que o Antoni teve que suar muito para poder ficar comigo, mas segundo o próprio, valeu a pena para ele e para mim também!
Caso você tenha uma história interessante, diferente, inusitada ou engraçada sobre relacionamentos e queira vê-la publicada no Meu Sopro, envie um e-mail para meusopro@hotmail.com para que eu possa lê-la e reescrevê-la.
- E eu vou te acompanhar!
No meio do caminho havia um corredor que dava acesso à chapelaria, e foi nesse corredor que ele resolveu me encostar, literalmente, na parede. Ele me abraçou forte e quando percebi que ele poderia tentar me beijar fiquei muito nervosa.
- Antoni! Não tô pronta pra isso!
- Não tem problema, só quero ficar abraçado com você...
Ficamos abraçados durante um bom tempo, até que resolvi pedir para pegarmos meu casaco e voltarmos para a mesa, o que acabou resultando em zero beijos naquela noite.
Finalmente fomos para casa, mas minha amiga percebeu que havia esquecido sua bolsa no carro de Alberto e Antoni, pois foram eles que a levaram até o bar. Como eles ainda estavam por perto, voltaram para devolvê-la.
Ao chegarem me deparei com Antoni segurando um buquê de rosas amarelas e bichinhos de pelúcia me esperando na porta do carro. Fiquei bastante envergonhada, até porque o Alberto fotografava tudo. Agradecida e muito tímida, dei um beijo no rosto dele.
Foto por Vanessa Assenav
Ao entramos no apartamento minha amiga já foi reclamando:
- Vanessa! Como é que você faz isso com o menino? Não deu nenhum selinho nele para agradecer!
Tentei explicar que ele queria um namoro sério e que eu tinha medo de me envolver de novo com alguém que morava longe.
No dia seguinte nos encontramos novamente, havíamos acertado que Alberto faria um jantar na casa da minha amiga. Antoni e eu ficamos o tempo inteiro juntos, mas dessa vez percebi que ele não insistia como antes, talvez por causa da noite anterior ou porque era mais complicado tentar algo ali rodeado por amigos.
Pensei comigo mesma que eu tinha que dar algum sinal para que ele não desistisse. Aproximei minha mão para perto da mão dele, ele percebeu e a segurou por debaixo da mesa, então me senti à vontade para encostar minha cabeça no ombro dele.
Apesar de também não termos nos beijado, ficamos abraçados e a noite tornou-se especial. É engraçado lembrar também que quase todos que estavam no jantar tinham celulares TIM, mas somente eu e Antoni recebemos a mesma mensagem da operadora e ao mesmo tempo. Era uma dessas propagandas de chat que dizia "o amor pode estar ao seu lado".
Continuando, já no outro dia, decidimos sair com nossos amigos para o Burger King. Conversamos sobre diversos assuntos, inclusive sobre as decepções amorosas já sofridas. Lembro-me que ele falava sobre algo triste e acabei dando um beijo em seu rosto para consolá-lo, e desse beijo ele foi virando bem devagar em minha direção, quando percebemos já estávamos nos beijando.
Sim, seguido de suspiros e sorrisos, nós demos o nosso primeiro beijo no andar superior do Burger King. Ok, deixo vocês brigarem comigo por isso. Tive a oportunidade de beijá-lo numa balada ao som de músicas sensacionais, ou em frente ao prédio que estava hospedada numa rua simpática e cheia de árvores lindas, ou num jantarzinho super descontraído com os amigos íntimos e tudo mais, e nosso primeiro beijo foi logo no Burger King.
Não que o Burger King seja um lugar ruim, pelo contrário até gostamos de lá, só que agora teremos que admitir que ele se tornou especial e inesquecível, o que é muito estranho.
Logo após o beijo ele perguntou se eu queria namorar, respondi que não sabia se acreditava mais em relacionamento à distância e que provavelmente ele desistiria de mim com o tempo. Antoni então, tirou do pescoço um cordão de ouro com um crucifixo e colocou nas minhas mãos.
- Quem me deu isso foi a mulher que mais amei na vida, minha avó. Quero que fique com você.
- Não! Tá maluco? Você nem sabe quando vai me ver de novo! Quando vou te devolver isso?
- Não sei, quem sabe quando a gente casar...
Insisti para que ele ficasse com o cordão, afinal de contas eu não tinha aceitado o pedido. Mas ele foi firme na decisão e não aceitou.
O dia do show chegou, que por sinal foi ótimo. Logo após, nos reunimos na casa de um amigo do Antoni, onde todos acabaram dormindo por lá. Estávamos bem, mas ainda incomodava o fato de eu não ter respondido ao pedido de namoro.
Pela manhã, quando acordei, ouvi Antoni ainda dormindo falar baixinho:
- Vanessa, eu te amo...
Fiquei na dúvida se ele realmente havia falado aquilo e sussurrei:
- O que foi que você disse?
- Vanessa, eu te amo...
- O QUÊÊÊ???????????
Ele acordou assustado:
- O que foi?! O que foi?!
- Você não ouviu o que estava dizendo?
- Disse o quê?
- “Vanessa, eu te amo...”
Surpreso, ele disse:
- Ih... Lascou!
As palavras praticamente saltaram da minha boca:
- Não tem problema, porque eu também já te amo...
Com um sorriso de orelha a orelha ele me perguntou:
- Namora comigo?
- Siiim!
Até agora o "universou conspirou" para estarmos com quase 1 ano e meio de namoro e, apesar da distância, nós continuamos e vivemos esse amor nos visitando sempre que possível e nos falando todos os dias, seja por telefone ou pela internet. O cordão também continua comigo para que eu possa devolvê-lo no dia em que nos casarmos!
Sei que o Antoni teve que suar muito para poder ficar comigo, mas segundo o próprio, valeu a pena para ele e para mim também!
Caso você tenha uma história interessante, diferente, inusitada ou engraçada sobre relacionamentos e queira vê-la publicada no Meu Sopro, envie um e-mail para meusopro@hotmail.com para que eu possa lê-la e reescrevê-la.

Eu tava na esperança de encontrar nesse post a resposta de por quê da segunda vez que a Vanessa veio visitar o Antoni e quase teve um troço de tanta febre, a amiga ligou infinitas vezes pros celulares de ambos pra ter notícias e nenhum deu retorno...
ResponderExcluirJuliana.,
ResponderExcluirMinha amigaaa... Meu celular quebrou e o TIM do Antoni tem um péssimo sinal na casa dele, eu mesma tenho dificuldades de falar com ele quando tento ligar.
De qualquer maneira, estarei indo no início de Outubro para São Paulo. O Antoni estará de férias, e adivinha quem vai te ver? Eu, Antoni, Alberto e a nova namorada dele!
Saudades!
que lindos *-* haaaaaaaaaaa '
ResponderExcluirdiary of a girl,
ResponderExcluirObrigadaaaaa! =}
Muito lindo!!!Emocionante....
ResponderExcluircorujabicuda,
ResponderExcluirObrigada pelo elogio e pela visita! Estou tentando seguir seu blog também, mas não acho o painel do Google nele. Como faço?