Hoje, começo mais um novo tema para o Meu Sopro, trata-se de histórias interessantes, diferentes, inusitadas ou engraçadas sobre inícios de relações. Caso você tenha uma história assim e queira vê-la publicada aqui, envie um e-mail para meusopro@hotmail.com para que eu possa lê-la e reescrevê-la.
Nada mais justo então, do que começar com a minha história romântica, até porque há quem diga que foi coisa do destino ou do universo conspirando. Aviso logo que se você não gosta de histórias longas, já deve parar de ler por aqui porque essa é bem longa, tanto que foi divida em duas partes.
Tudo começou quando escolhi um tema nada comum para a minha monografia, Astrologia. Minha orientadora logo sugeriu que eu marcasse uma consulta com um Astrólogo para melhor entender o tema, e assim eu o fiz.
A consulta foi bem interessante, fiquei impressionada com tudo o que ele falava ao meu respeito, mas a questão amorosa, obviamente, foi a que mais me chamou a atenção. Ele disse que eu estava muito fechada para o amor ultimamente, e de fato eu já estava há um ano e meio sem me interessar por ninguém.
Apesar disso, ele disse que eu iria conhecer e namorar uma pessoa que era muito falante, boa de papo, muito carismático e que ele chamaria atenção de outras mulheres por conta da simpatia. Falou também que não sabia ao certo como, mas talvez por causa desse alguém eu precisaria ir embora da minha cidade.
Como qualquer pessoa, fiquei curiosa, ficava tentando descobrir quem seria o tal pretendente e se ele poderia ser o rapaz por quem eu estava interessada na época. Mas ele me disse uma frase que me fez ficar mais tranquila.
- Astrologia é assim, o universo vai conspirar para aquilo acontecer, mas você é dona do seu destino, você é quem vai decidir. Isso tudo são apenas tendências.
Um mês se passou e fui esquecendo essa história do Astrólogo, naquele mês eu estava totalmente empolgada com o show do Coldplay, tão empolgada que eu e meu amigo Ramon compramos os ingressos e as passagens com 4 meses de antecedência.
Mais um mês se passou, e um dia, quando estava respondendo aos comentários do Meu Sopro, percebi que os comentários de um tal Alberto eram constantes, tão constantes que acabamos trocando "msn's". Por coincidência, ou quem sabe destino, um amigo estava fazendo uma visita ao Alberto naquele mesmo dia, por conta disso conheci o Antoni, e desse dia em diante não paramos mais de conversar.
Apesar do Antoni morar em São Paulo, nos tornamos amigos rapidamente, já contávamos tudo um para o outro e nos falávamos quase todos os dias, até mesmo sobre assuntos pessoais, como os relacionamentos anteriores e inclusive sobre o rapaz que me interessava na época. Antoni sempre me escutava e dizia que se eu realmente queria o rapaz que deveria seguir em frente.
Outro mês se passou e eu e o tal rapaz brigamos, imediatamente fui desabafar com o Antoni. Lembro-me que falei de como me sentia uma idiota, e ele ficou tentando me consolar:
- Você não deveria ficar falando isso, pois pode estar magoando quem gosta de você de verdade.
Aquela frase me deixou um tanto “encucada” por alguns segundos, mas logo em seguida voltei a desabafar.
Sem o foco no outro rapaz, Antoni foi ganhando mais espaço no meu coração com o passar dos dias, até que ele finalmente se declarou:
- Bem, eu preciso te contar algo... É que... Eu gosto de você... Mesmo!
Confessei que também sentia algo, mas que não nos conhecíamos pessoalmente e que era uma situação complicada devido ao fato de morarmos longe um do outro, não sabia se confiava mais em alguém para viver novamente um namoro à distância. Enfim, como em toda história romântica, ele disse que provaria que era diferente dos outros.
Dois meses depois eu já estava de malas prontas para ir a São Paulo. Como tinha dito anteriormente, eu já havia comprado a passagem e o ingresso para o show do Coldplay antes mesmo de conhecer Alberto e Antoni.
Eles queriam me conhecer pessoalmente já que eu ficaria 10 dias em São Paulo. Sendo assim, marcamos no mesmo dia em que cheguei, de nos encontrarmos num bar junto com o Ramon, amigo que viajou comigo, e mais um amigo e uma amiga que moravam em São Paulo.
A noite no bar foi muito agradável, todos nos demos bem e conversamos os seis a noite inteira. Quando vi o Antoni pela primeira vez foi aquele clichê, nos abraçamos e meu coração acelerou.
Já estava no final da balada quando decidi pegar meu casaco na chapelaria, levantei-me e ele também dizendo que me acompanharia. Rapidamente sentei-me de novo e disse que não iria mais, que não estava tão frio assim.
O problema era que eu desejava que acontecesse algo entre nós, mas não queria me apegar pois morava longe e ele já havia deixado claro que queria um compromisso sério. Sabia que se ficássemos sozinhos nos beijaríamos e isso se tornaria algo sério.
Será que daria certo viver novamente um namoro à distância?
Nada mais justo então, do que começar com a minha história romântica, até porque há quem diga que foi coisa do destino ou do universo conspirando. Aviso logo que se você não gosta de histórias longas, já deve parar de ler por aqui porque essa é bem longa, tanto que foi divida em duas partes.
Tudo começou quando escolhi um tema nada comum para a minha monografia, Astrologia. Minha orientadora logo sugeriu que eu marcasse uma consulta com um Astrólogo para melhor entender o tema, e assim eu o fiz.
A consulta foi bem interessante, fiquei impressionada com tudo o que ele falava ao meu respeito, mas a questão amorosa, obviamente, foi a que mais me chamou a atenção. Ele disse que eu estava muito fechada para o amor ultimamente, e de fato eu já estava há um ano e meio sem me interessar por ninguém.
Apesar disso, ele disse que eu iria conhecer e namorar uma pessoa que era muito falante, boa de papo, muito carismático e que ele chamaria atenção de outras mulheres por conta da simpatia. Falou também que não sabia ao certo como, mas talvez por causa desse alguém eu precisaria ir embora da minha cidade.
Como qualquer pessoa, fiquei curiosa, ficava tentando descobrir quem seria o tal pretendente e se ele poderia ser o rapaz por quem eu estava interessada na época. Mas ele me disse uma frase que me fez ficar mais tranquila.
- Astrologia é assim, o universo vai conspirar para aquilo acontecer, mas você é dona do seu destino, você é quem vai decidir. Isso tudo são apenas tendências.
Um mês se passou e fui esquecendo essa história do Astrólogo, naquele mês eu estava totalmente empolgada com o show do Coldplay, tão empolgada que eu e meu amigo Ramon compramos os ingressos e as passagens com 4 meses de antecedência.
Mais um mês se passou, e um dia, quando estava respondendo aos comentários do Meu Sopro, percebi que os comentários de um tal Alberto eram constantes, tão constantes que acabamos trocando "msn's". Por coincidência, ou quem sabe destino, um amigo estava fazendo uma visita ao Alberto naquele mesmo dia, por conta disso conheci o Antoni, e desse dia em diante não paramos mais de conversar.
Apesar do Antoni morar em São Paulo, nos tornamos amigos rapidamente, já contávamos tudo um para o outro e nos falávamos quase todos os dias, até mesmo sobre assuntos pessoais, como os relacionamentos anteriores e inclusive sobre o rapaz que me interessava na época. Antoni sempre me escutava e dizia que se eu realmente queria o rapaz que deveria seguir em frente.
Outro mês se passou e eu e o tal rapaz brigamos, imediatamente fui desabafar com o Antoni. Lembro-me que falei de como me sentia uma idiota, e ele ficou tentando me consolar:
- Você não deveria ficar falando isso, pois pode estar magoando quem gosta de você de verdade.
Aquela frase me deixou um tanto “encucada” por alguns segundos, mas logo em seguida voltei a desabafar.
Sem o foco no outro rapaz, Antoni foi ganhando mais espaço no meu coração com o passar dos dias, até que ele finalmente se declarou:
- Bem, eu preciso te contar algo... É que... Eu gosto de você... Mesmo!
Confessei que também sentia algo, mas que não nos conhecíamos pessoalmente e que era uma situação complicada devido ao fato de morarmos longe um do outro, não sabia se confiava mais em alguém para viver novamente um namoro à distância. Enfim, como em toda história romântica, ele disse que provaria que era diferente dos outros.
Dois meses depois eu já estava de malas prontas para ir a São Paulo. Como tinha dito anteriormente, eu já havia comprado a passagem e o ingresso para o show do Coldplay antes mesmo de conhecer Alberto e Antoni.
Eles queriam me conhecer pessoalmente já que eu ficaria 10 dias em São Paulo. Sendo assim, marcamos no mesmo dia em que cheguei, de nos encontrarmos num bar junto com o Ramon, amigo que viajou comigo, e mais um amigo e uma amiga que moravam em São Paulo.
A noite no bar foi muito agradável, todos nos demos bem e conversamos os seis a noite inteira. Quando vi o Antoni pela primeira vez foi aquele clichê, nos abraçamos e meu coração acelerou.
Já estava no final da balada quando decidi pegar meu casaco na chapelaria, levantei-me e ele também dizendo que me acompanharia. Rapidamente sentei-me de novo e disse que não iria mais, que não estava tão frio assim.
O problema era que eu desejava que acontecesse algo entre nós, mas não queria me apegar pois morava longe e ele já havia deixado claro que queria um compromisso sério. Sabia que se ficássemos sozinhos nos beijaríamos e isso se tornaria algo sério.
Será que daria certo viver novamente um namoro à distância?
Ahhh que fofo! Eu não sabia o começo dessa história! =}
ResponderExcluirJuliana.
ResponderExcluirE você faz parte da história, principalmente na parte II!
Protesto!!!
ResponderExcluirEu devo dizer que exerci o meu superpoder na balada.
dormir!!
XD
hahahaha...
Alberto,
ResponderExcluirExerceu mesmo! E é bom lembrar que sem você essa história não teria se tornado realidade! =D